Monday, May 27, 2024
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Nacionalistas afro-americanos acusados ​​de serem agentes da Rússia

A busca pelo apoio africano para a atual política russa é um jogo de bilhar com várias almofadas? Direta e significativa, ficou claro que a Rússia de Vladimir Putin tem atacado a África nos últimos meses. Ela também está tentando reunir o autoproclamado “povo africano” dos Estados Unidos?

É o que pensa claramente o Departamento de Justiça americano, que em 18 de abril indicou o fundador e três membros do Partido Socialista do Povo Africano (APSP), grupo nacionalista afro-americano, entidades próximo ao movimento negro dos Panteras Negras e também na origem do Movimento Uhuru, que apresentou candidatos para as eleições locais. Sinal do destino? A festa foi criada em São Petersburgo, cidade americana do condado de Pinellas.

Primeira Emenda

Omali Yeshitela, Penny Joanne Hess, Jesse Nevel e Augustus Romain são suspeitos de serem ou foram agentes pagos da atual Federação Russa. No plano ideológico, a cabeça de ponte desse grupo de réus é mais direta do que o cauteloso discurso africano. Há apenas um ano, Yeshitela afirmou publicamente que o Partido Socialista do Povo Africano pedia “unidade com a Rússia em sua guerra defensiva na Ucrânia contra as potências coloniais mundiais”…

No plano judicial, trata-se obviamente menos de opiniões geopolíticas protegidas pela primeira emenda da Constituição americana do que de supostas operações pagas de desestabilização. Se o réu Augustus Romain é suspeito de ter recebido fundos de um certo Alexander Ionov, um cidadão russo que ficou disfarçado para o Kremlin, “para promover O interesses da Rússia em conexão com a invasão russa da Ucrânia”, o caso da promotoria identificar atividades mais antigas.

“Conspiração contra os americanos”

Em 2016, o serviço secreto russo ajudou a financiar uma viagem de protestos organizados pela APSP para apoiar uma “petição sobre o crime de genocídio contra o povo africano nos Estados Unidos”. Além disso, os réus tentaram “corromper” as eleições americanas, locais em 2017 e 2019, na Flórida, e nacionais em 2020. Tratar-se-ia então de “conspiração contra os interesses americanos”, ofensa grave que pode levar a sentenças de até dez anos de prisão.

Segundo o comediante Morgan Freeman, a ligação entre os chamados movimentos “afro-americanos” e o continente africano parece mais do que teórico. Comprometido com questões de racismo, o ator considerou “insultuoso”, neste 15 de abril, no “Sunday Times Culture”, o termo “afro-americano”, sendo África um continente, ao contrário dos Estados Unidos. Um convite indireto a não considerar a África como um vagão a ser atrelado a uma suposta locomotiva de movimentos Afro-americanos?

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